Há algum tempo meu desejo de comprar um planner para 2019 estava muito grande. Mas eu tinha algumas exigências básicas: era necessário que ele tivesse espiral (não consigo lidar com os costurados, desculpa, sociedade), leve, bonito e baratinho.
E, vocês sabem, é complicado encontrar coisas assim por aí.
Foi aí que, andando pelo shopping, encontrei esta coisa mais linda da Tilibra, com um preço que cabia totalmente no meu orçamento. Aproveitei a compra para fazer um estilo de vídeo que sempre quis fazer: tuor pelo planner.
Deixarei aqui o vídeo com todas as informações pertinentes!
Às vezes a gente só tem um tempo curtinho para passar na frente do computador, mas não abre mão de uma boa série. O problema é encontrar uma pequena o suficiente para se encaixar em nossa rotina.
Eu poderia passar aqui horas escrevendo sobre Stranger Things e o quanto sou apaixonada por ela, mas hoje resolvi trazer para vocês dicas que nada tem a ver com o nosso Mundo Invertido (mas não pensem que irão escapar de post completão sobre ele mais tarde!). Sei que muitos ou já cansaram de tanto assistir, ou são um pouco "fora da caixinha" e não gostam do estilo da série. Então, sendo um ou outro aqui estão quatro séries maravilhosas (e curtas!) que valem a pena ser assistidas na Netflix!
1. ALIAS GRACE
"Você não entende ainda que a culpa vem não do que você fez, mas das coisas que os outros fizeram para você"
Essa série é minha queridinha do momento! Terminei de assistir em uma única noite e já baixei a amostra do livro na Amazon para começar a ler. A série é baseada no livro homônimo de Margareth Atwood (sim, a mesma autora de O Conto da Aia), publicado originalmente em 1996.
Nela, vamos conhecer Grace Marks (Sarah Gadon), uma mulher que, por volta dos 15 anos, foi acusada de assassinar o dono e a governanta da casa onde trabalhava como empregada. Muitos anos depois, condenada à prisão perpétua, ela passa a receber a visita de um psiquiatra curioso com o enigma que se tornou o caso de Grace, querendo arrancar dela verdades escondidas no fundo da suposta criminosa.
O enredo é baseado em um caso real ocorrido no Canadá, que até hoje guarda muitos mistérios. A verdadeira Grace Marks, depois de muitos anos presa, acabou por ser liberada devido à seu bom comportamento, mas nunca foi realmente confirmado se mulher teve ou não participação nos crimes.
E esta dúvida que nos deixa apreensivos durante todos os seis episódios da série. Somos acompanhados durante toda a história por uma narradora pouco confiável, mas que nos impõe inocência e uma vontade devastadora de acreditar que nada daquilo que a acusam é real.
Além de tudo isso, a série traz com brutalidade a discussão de temas antigos (tudo se passa nos anos de 1800), porém mais atuais do que nunca: o aborto, a violência em que as mulheres eram submetidas, abuso sexual, os maus tratos dados aos mais pobres.
Pelo que li, se trata de uma mini-série, logo provavelmente não terá uma continuação. O que é um ponto muito positivo para esta lista.
"Algumas dizem que isso é a punição pela desgraça de Eva. Eu acho engraçado. A única punição de Eva foi conviver com Adão."
2. ATYPICAL
“Ninguém é normal.”
Acho que muito mais do que quando 13 Reasons Why discutiu a depressão e os efeitos do bullying, Atypical foi um grande acerto da Netflix. Falar sobre problemas que atingem a mente humana nunca foi algo fácil de fazer. E, por isso, algumas produções podem acabar caindo na brutalidade (que, veja bem, não digo que seja desnecessária, porém, talvez, perigosa seja a palavra certa), como aconteceu com a saga de Hannah Baker.
Atypical foge de todo esse peso e ainda assim consegue trazer a força necessária para impactar (e até ensinar) as pessoas com seus temas. Leve e engraçada, através dela vamos acompanhar a história de Sam Gardner , um garoto autista, que só está tentando se encaixar no mundo e viver.
Ao mesmo tempo que mergulhamos na cabeça do personagem principal e todos os problemas e dificuldades que envolvem sua condição, somos transportados para um mundo bem humorado de personagens carismáticos e bem trabalhados, e, no fim entendemos a questão: O que diabos, afinal, é ser normal?
Sam, não é nem de longe, um personagem que represente todos os casos de autismo, que pode se manifestar de maneiras diferentes em pessoas diferentes, mas é sem dúvida um belo ponta pé em um tema ainda pouco abordado, principalmente em uma linguagem tão jovem e leve.
Atypical já foi renovada para a segunda temporada (ainda bem, não tem como ficar sem esses personagens!), mas enquanto isso tem apenas oito lindos episódios para você ver!
3. ANNE WITH AN E
"Grandes palavras são necessárias para expressar grandes ideias"
Meu amor por esta série foi tão grande que acabei assistindo três vezes a primeira temporada (a única disponível por enquanto). Quando assistiu, minha mãe falou literalmente isto: "Essa é uma versão sua quando era criança, Lilah. Várias vezes faltava aula para ficar conversando com passarinhos ou inventando histórias".
Anne é uma garotinha carismática com odiosos (para ela) cabelos cor de fogo, pernas magrinhas - e rápidas -, e uma língua tão veloz e afiada que qualquer deus duvidaria. Seu passatempo favorito é ler e inventar histórias em sua mente, enquanto sonhava ansiosamente o dia em que seria adotada por uma bondosa família.
E esse dia realmente chega. Ou assim pensava, já que ao chegar na propriedade do casal de irmãos que a adotou, descobre que na verdade tudo não passara de um engano. Eles na verdade queriam um garoto para ajudar com os trabalhos pesados da fazenda.
Anne se vê, então, obrigada a mostrar a todos que pode fazer tantas coisas quanto qualquer garoto, enquanto descobre o que é crescer e aprende a se relacionar com as pessoas ao seu redor.
É uma série leve e delicada ao mesmo tempo que aborda temas considerados tabus para a época se passa, como feminismo e homosexualidade.
Oi, gente!! Hoje a gente eu trouxe para vocês Laços, da autora Bianca Sousa!
Para iniciar a conversa sobre este livro, é legal dizer que bem no finalzinho, a autora nos fala que inicialmente ele era para ser algo baseado na história da Rapunzel, mas que depois o rumo que tomou foi completamente diferente!
Logo nos primeiros capítulo de Laços, nós somos apresentados a três personagens: Brianna, uma bruxa solitário; a Lívia, uma vampira aprisionada em uma torre; e Gabriel, um mercenário. Os três vivem em reino chamado Corvina, que tem como rei um homem ilegítimo, que se aproveitou da morte da verdadeira rainha para banir e exterminar as criaturas mágicas que lá existiam.
Por algum motivo, a Brianna precisa da Lívia para atrair e matar pessoas dentro da floresta, por isso a vampira passa toda a sua vida servindo a bruxa, sem conhecer o mundo lá fora ou o porquê de estar sendo submetida àquilo ou de ter nascido vampira.
Ao mesmo tempo, Gabriel é contratado por um casal para encontrar sua filha sequestrada há muito anos, quando ainda era um bebê, e tudo que eles tem como pista é um pé de ameixa enfeitiçado.
Nem preciso falar que o destino dos três irão se cruzar de maneira irreversível, não é mesmo?
O livro foi lançado na Amazon em formato físico e ebook, e tudo que posso dizer é que estou feliz demais por tê-lo lido! O enredo é literalmente um conto de fadas, com ninfas, duendes, e todo o tipo de criaturas mágicas que um livro pode ter direito; e a narrativa nos leva até Corvina, dando um apertozinho no coração quando a gente finalmente termina!
Quer ver a resenha completa? O vídeo no está no meu canal do youtube! Você pode conferir aqui ↓